segunda-feira, 10 de dezembro de 2007
segunda-feira, 3 de dezembro de 2007
quinta-feira, 15 de novembro de 2007
segunda-feira, 12 de novembro de 2007
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Sitting in the morning sun
I'll be sitting when the evening comes
Watching the ships roll in
And I watch 'em roll away again
Sitting on the dock of the bay
Watching the tide roll away
I'm just sitting on the dock of the bay
Wasting time
I left my home in Georgia
Headed for the 'Frisco bay
'Cause I had nothin to live for
And look like nothing's gonna come my way
So I'm just...
Look like nothing's gonna change
Everything still remains the same
I can't do what ten people tell me to do
So I guess I'll remain the same
Sittin here resting my bones
And this loneliness won't leave me alone
It's two thousand miles I roamed
Just to make this dock my home
Now, I'm just...
terça-feira, 16 de outubro de 2007
segunda-feira, 8 de outubro de 2007
toda a gente as conhece. mais não seja de episódios da Letra L, da Anatomia de uma Grey desfeita, do doente Dr. House. estão em todas.
começaram no Canadá: aos 15 anos descobriram a música e nunca mais pararam, sempre inseparáveis. ao primeiro álbum [apesar de terem três que o antecedem] reconhecido pela crítica e pelo mundo chamaram So Jealous. este So Jealous foi exactamente isso: uma nomeação para um Grammy, uma tour pelos EUA com os The Killers, um pedido dos White Stripes para fazerem um cover de Walking With A Ghost.
o quinto álbum The Con [co-produzido por Chris Walla dos Death Cab for a Cutie] é pura afirmação. uma afirmação simples e directa. da música ficam-nos frases escritas a vinte dedos. fica-nos a sensação de estarmos na fronteira entre o rock e o pop. a postura sim, essa é completamente indie, e o resto são cantigas. das boas.
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quinta-feira, 4 de outubro de 2007
diz-me a minha mãe que foram muitas as noites sem dormir para me encontrar o nome perfeito. diz-me que no dia em que eu nasci teve medo que em mim só o meu nome fosse perfeito [o médico olhou-a nos olhos e disse-lhe "com a idade que você já tem é provável que a criança não nasça de saúde"]. eu nasci de saúde. o meu pai pegou em mim ao colo, chorou, e a minha vida começou.
hoje apetece-me rir. rir de todas as formas, ser de todas as cores. hoje apeteço-me de todas as maneiras, como se tudo o que passou tivesse passado há já muito tempo. como se eu fosse outra vez uma criança num corpo de mulher. hoje vou gritar "um-dó-li-tá quem está livre livre está!!estás?"
quarta-feira, 19 de setembro de 2007
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num agosto vestido de março, o filme era a preto e branco.
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.num banco de jardim senta-se um v e l h o. dentro de um gorro castanho de lã apodrecida, os olhos mansos lêem a cama onde se vai deitar. no rosto rugas e c i c a t r i z e s firmes contam histórias demasiado tristes de quem vive desnecessariamente há demasiado . t e m p o.
segunda-feira, 16 de julho de 2007
Tv on the Radio
Interpol
Underworld
Uma agradável surpresa: Tv on the Radio. Tinha um dos álbuns mas não tive a dignidade de o ouvir. Arrependi-me. Dou a mão à palmatória e admito que os Scissor Sisters mereceram justamente todas as palmas. Até eu cantarolei umas musiquinhas. Os Interpol subiram ao palco frios e quase sonâmbulos, como de resto são sempre. Gostar deles não chega para gostar deles em palco. Eu sobrevivi , mas os acordes sombrios fizeram alguns cadáveres.
Os Underworld vieram para ressuscitar as almas que não resistiram aos Interpol. E foram brilhantes. Mais uma vez estico as mãos...
Olho para o palco no fim de uma grande noite e mesmo assim guardo ressentimentos. Os Arcade Fire estiveram ali. Ali... Digo dois palavrões e penso que
Para o ano há mais.
Nota: As fotografias dos concertos foram retiradas do site http://13sbsr.blogspot.com/
Lourdes Castro
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Roy Lichtenstein
John De Andrea
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Edward Kienholz
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George Segal
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Fernando Lemos
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Foi em 1969 que o "homem" comprou o primeiro quadro. Uma imitação da obra de Leonardo da Vinci, a famosa Mona Lisa. Quando chegou a casa, conta-nos ele, disse à mulher, na sua linguagem e dicção difíceis, que só a própria deve entender perfeitamente: "Oh mulher, este quadro não é verdadeiro!", e a mulher respondeu-lhe "Oh Joe, se queres ver o verdadeiro tens que ir ao Museu do Louvre que é lá que ele está."
E assim nasceu a "paixão" de Joe Berardo pela arte. A colecção impressiona. Obriga-nos a pensar, não só na arte mas também no "homem". O homem pode "não saber falar", mas no CCB a arte fala por ele.





























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