Terceiro álbum está aí, mas estes nunca cá estiveram.
terça-feira, 24 de abril de 2007
quinta-feira, 19 de abril de 2007
terça-feira, 17 de abril de 2007
segunda-feira, 16 de abril de 2007
quinta-feira, 12 de abril de 2007
As Cocorosie formaram-se há pouco mais de 3 anos. De produção “tosca e caseira” as músicas juntam as vozes e a originalidade instrumental de duas irmãs separadas na infância, que só se reencontrariam em Paris, já no ano de 2003.
Estrearam-se com o nome Word of the Crow e um disco de hip-hop. Nesse mesmo ano, 2004, trocam de nome e trocam o hip hop por um género de indie rock com indie eletrónico e "dream pop" e nasce La Maison de Mon Rêve (que inclui estes “Terrible Angels”). Em 2005 editam Noah`s Ark.
Estiveram em Portugal pela primeira vez no Festival de Paredes de Coura em 2004. A segunda visita tem data marcada para este sábado (dia 14 de Abril) na Aula Magna. O pretexto: apresentar The Adventure of Ghosthorse & Stillborn. E é um bom pretexto.
terça-feira, 27 de março de 2007
sexta-feira, 23 de março de 2007
Stingy thingy into little me, me, me
But just "ripple" said the cripple
As my jaw dropped to the ground
Smile smile
It's true I always wanted love to be
Hurtful
And it's true I always wanted love to be
Filled with pain
And bruises
Yes, so Cripple-Pig was happy
Screamed " I just compeletely love you!
And there's no rhyme or reason
I'm changing like the seasons
Watch! I'll even cut off my finger
It will grow back like a Starfish!
It will grow back like a Starfish!
It will grow back like a Starfish!"
Mr. Muscle, gazing boredly
And he checking time did punch me
And I sighed and bleeded like a windfall
Happy bleedy, happy bruisy
I am very happy
So please hit me
I am very very happy
So please hurt me
I am very happy
So please hit me
I am very very happy
So come on hurt me
I'll grow back like a Starfish!
I'll grow back like a Starfish !
I'll grow back like a Starfish!
I'll grow back like a Starfish!
I'll grow back like a Starfish!
I'll grow back like a Starfish!
I'll grow back like a Starfish!
Like a Starfish...
quinta-feira, 22 de março de 2007
segunda-feira, 19 de março de 2007
Bling - The killers
Fotografia de Alfred Stieglitz , 1919
[ dizes que as minhas palavras te rasgam a carne - que a minha voz te parte o sentir em mil pedaços [impossíveis de voltar a juntar]. dizes que todas as cores se somaram no cinzento que és e que eu só fiquei para te lembrar - dizes que não te queres lembrar. dizes que sou eu quem impede em ti a ausência do mundo inteiro - que quando entro o mundo [inteiro] entra comigo. dizes que não queres e amaldiçoarás quem beba [falsa] tristeza da tua morte e nunca te soube ver e sorrir se não nessa hora [ entre todas a menos angustiante de [não] seres]. dizes que choras e ficas porque te pus o mundo inteiro na palma das mãos - e que talvez o mundo inteiro te baste para seres outra vez. ]
*
sábado, 10 de março de 2007
terça-feira, 6 de março de 2007
Monstres, seguido de Rue des Cascades (1996) e Le Phare em 1998. Em 1999 lança ainda Tout est Calme e Black Session. L'Absente é editado em 2001 antes da banda sonora de Le Fabuleux destine d'Amélie Poulain. Contrariamente ao que se pensa, as músicas que fazem parte da banda sonora não foram todas compostas propositadamente para o filme: muitas estão espalhadas pela discografia editada do autor, como A quai ou Les Jours Tristes. Em 2002 é a vez de C'était ici e em 2003 aparece-nos com a banda sonora de Good Bye Lenin!. A manipulação da personagem principal através da música repete-se e Alex, de Good bye Lenin!, aparece-nos como uma Amélie a tentar recriar uma RDA desaparecida. Em 2004 lança um álbum com Shannon Wright que não surpreende e a banda sonora de La Traversée de Aurelié du Boys. Les Retrouvailles, editado em 2005, conta com as ilustres vozes de Liz Fraser (Cocteau Twins), Stuart Staples (Tindersticks) e Jane Birkin, entre outros. O álbum pretendeu ser, na expressão de Tiersen, a ligação com L'Absente, e ouça-se com atenção A Secret Place na inconfundível voz de Stuart Staples.
baladas e a melancolia do Fabuloso Destino de Amélie ou de L'Absente. Minimalista e melancólico, no palco revela-se um exorcista de sensações instrumentalista e não intimista. Ouvidos mais sensíveis e nostálgicos podem desiludir-se. Desiludida ou fascinada a plateia não deixará de se surpreender.



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